Definir o capital social de clínica médica é uma das decisões mais negligenciadas na abertura de um consultório. Valores simbólicos sem relação com o investimento real geram problemas contábeis, tributários e societários.
Se você é médico e gestor da sua própria clínica, provavelmente já ouviu falar em ticket médio. Mas poucos gestores realmente calculam esse número com precisão e menos ainda sabem como usá-lo para crescer.
O ERAC, ou seguro de responsabilidade civil para médicos, é o contrato que protege o profissional contra efeitos financeiros de reclamações ou processos ligados ao exercício da medicina, cobrindo defesa e indenização por erro culposo.
Cresceu no Brasil a oferta de consultorias que prometem reduzir drasticamente a carga tributária de empresas por meio da compra de créditos tributários de terceiros, com descontos de 30% a 70% sobre o imposto economizado.
A DCTFWeb da clínica médica é a declaração que consolida os débitos previdenciários da sua clínica em um único documento eletrônico enviado à Receita Federal, reunindo contribuição patronal e INSS retido dos funcionários.
Quando um hospital ou uma clínica paga honorários médicos, nem sempre o valor que cai na conta corresponde ao que foi combinado: a retenção de impostos na fonte pode reduzir o pagamento antes de chegar ao médico.
O reajuste de tabela de convênios médicos é um dos temas mais sensíveis na relação entre clínicas e operadoras de planos de saúde. Enquanto os custos sobem todos os anos, os valores pagos por consulta ficam parados por longos períodos.
Um incêndio, uma falha elétrica grave ou a quebra de um equipamento podem paralisar a operação da clínica. Nesses momentos, o seguro de interrupção de negócios para médicos sustenta o caixa enquanto a estrutura física é recuperada.
Reformar o consultório atual ou migrar para um novo endereço é uma decisão estratégica. O investimento em infraestrutura clínica precisa ser tratado como projeto de negócio, com números, cenários e critérios objetivos de retorno.